Mangual em madeira e adereços pintados, 61cm da haste principal
O cajado (heka) e o mangual (nekhakha) são símbolos usados na sociedade do Antigo Egito. Eram originalmente os atributos da divindade antiga Osiris mas se tornaram insígnias da autoridade faraônica. O cajado de pastor significa a realeza e o mangual a fertilidade da terra.
Os únicos exemplos faraônicos existentes tanto do cajado quanto do mangual vêm do túmulo de Tutancâmon. Os cajados são feitos de bronze e cobertos com listras alternadas de vidro azul, obsidiana e ouro, enquanto as contas do mangual são feitas de madeira folheadas em ouro.
Tradicionalmente são cruzados sobre o peito quando segurado, provavelmente representavam o governante como um pastor cuja benevolência é formidavelmente temperada com poder.
Na interpretação de Toby Wilkinson, o mangual, usado para incitar o gado, era um símbolo do poder coercivo do governante: como pastor de seu rebanho, o governante encorajava seus súditos, assim como os restringia.
(fonete: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cajado_e_mangual#:~:text=O%20cajado%20(heka)%20e%20o,mangual%20a%20fertilidade%20da%20terra.)
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